Diáspora caribenha · Cuba · Trinidad · Martinica · Jamaica · Ouidah

O Caribe manteve
a memória de Ouidah.

De Cuba à Jamaica, de Trinidad à Guadalupe, a memória africana sobreviveu nas tradições espirituais do Caribe. After Vodundays leva você à fonte dessa memória.

"A escravidão tentou quebrar a memória africana. O Caribe provou que essa memória não podia morrer. Ela apenas esperava para voltar para casa."

After Vodundays · Wa Afriki

O arquipélago da memória

Cada ilha, um ramo
da mesma árvore.

Cuba

A Santería / Lucumí

Os orixás cubanos são os Vodun yorubá, primos dos Vodun beninenses. Shangó, Yemayá, Elegguá, a memória africana sobreviveu nos cabildos cubanos com uma precisão notável.

Trinidad & Tobago

O Shango (Orisha) & Spiritual Baptist

As comunidades Orisha de Trinidad mantêm uma devoção diretamente ligada às tradições yorubá e fon da África Ocidental. Ouidah faz parte dessa geografia espiritual.

Martinica & Guadalupe

Memória antilhana

Os arquivos coloniais revelam que milhares de africanos embarcados rumo às Antilhas francesas passaram pela costa beninense. A memória está mais presente do que se imagina.

Jamaica

Kumina & Maroon traditions

As tradições Kumina da Jamaica, praticadas pelos descendentes do Congo e da África Ocidental, compartilham estruturas rituais com o Vodun. As percussões, os ancestrais, a invocação, a mesma arquitetura espiritual.

Perguntas da diáspora caribenha

Sou antilhano e não conheço o Vodun, After Vodundays é para mim?

Sim. After Vodundays foi criado para acolher a diáspora africana em toda a sua diversidade, incluindo aqueles que não têm nenhuma prática espiritual africana formal. A experiência é ao mesmo tempo cultural, memorial e espiritual. Você escolhe o seu nível de envolvimento.

As tradições caribenhas são respeitadas e reconhecidas em Ouidah?

Sim. Os guias de After Vodundays conhecem bem a diáspora caribenha e suas tradições derivadas do Vodun. O reconhecimento dos vínculos entre as práticas caribenhas e as tradições beninenses faz parte da experiência.

É preciso falar francês para participar?

O programa acontece principalmente em francês. Há suporte em inglês disponível. Traduções em crioulo são possíveis mediante solicitação para grupos antilhanos.

É possível vir em grupo, uma família, uma associação?

Sim, e frequentemente é mais rico. Grupos caribenhos ou afrodescendentes participam juntos de After Vodundays. A experiência coletiva amplifica o sentido pessoal.

O Mar do Caribe e o Atlântico
levam ambos a Ouidah.

O Caribe preservou fragmentos da tradicao de Ouidah por seculos. After Vodundays leva voce a tradicao completa, integra, viva, transmitida por guardioes cuja linhagem nunca foi interrompida. Impossivel de reproduzir por qualquer agencia de viagens: o acesso repousa sobre 10 anos de presenca e confianca da ONG Wa Afriki. 65% revertidos localmente. 12 encontros por edicao.