As Experiências · Cultura & Artes · Ouidah, Benin
Palácios reais. Mestres artesãos. Concertos privados. Carnaval afro-brasileiro. A civilização beninense em toda a sua expressão viva.
As experiências
Abomey
Palácios reais de Abomey
Acesso privilegiado fora do horário público. Os palácios do Reino do Danxomé, classificados Patrimônio Mundial da UNESCO. Um guia que conhece os recantos que os circuitos turísticos jamais alcançam.
Ouidah
Noite exclusiva de orquestra & DJ
A noite de 12 de janeiro, a After Party do After Vodundays. Orquestra ao vivo, DJ, fusão de ritmos tradicionais e contemporâneos. A festa que prolonga os rituais do dia numa alegria plenamente vivida.
Abomey
Artesanato autêntico de Abomey
Os tecelões, os bronzistas, os escultores. O artesanato de Abomey não é decoração, cada peça conta um reinado, uma batalha, uma divindade. Oficina com os mestres artesãos.
Ouidah
Serões culturais sob as estrelas
Os serões beninenses, contos, música, poesia oral, cantos de memória (Akòvò). A transmissão viva de uma civilização que jamais precisou da escrita para se lembrar.
Ouidah
Carnaval afro-brasileiro, La Burrinha
Os descendentes dos Agudás, retornados do Brasil no século XIX, trouxeram o carnaval para Ouidah. Máscaras de animais, fantasias barrocas, fusão de percussões africanas e samba brasileira. Uma celebração da miscigenação que não existe em nenhum outro lugar.
Benin
Concerto de música tradicional
Artistas locais selecionados por sua autenticidade, não por sua notoriedade. Música Fon, ritmos Vodun, instrumentos ancestrais, em ambiente privado para os participantes do After Vodundays.
Os Agouda
Quem são os Agouda?
Os descendentes de escravizados libertos retornados do Brasil no século XIX, os de Souza, do Rego, d'Almeida, da Silva, Martinez. Eles reconstruíram suas vidas em Ouidah, trazendo consigo uma cultura única.
A arquitetura Sobrado
Casas de vários andares com varandas de ferro forjado, fachadas em cores pastel, o bairro brasileiro de Ouidah lembra Salvador da Bahia. Uma arquitetura que conta a história de uma ida e volta atlântica.
A dupla identidade
Batizados católicos, portando nomes portugueses, celebrando São João, e cultivando com fervor os altares Vodun de suas linhagens africanas. O exemplo perfeito da hospitalidade espiritual de Ouidah.
Não é uma visita cultural, é um acesso direto aos artesãos, músicos e praticantes de Ouidah que a ONG Wa Afriki frequenta há uma década. Nenhum circuito turístico alcança esse nível de relação. 12 encontros por edição com criadores e guardiões da tradição. 65% das compras e contribuições revertidas diretamente aos artesãos locais. A rede não se compra.