Descobrir · História · Ouidah, Benin
Um enclave português sobreviveu aqui mais tempo do que em qualquer outro lugar do continente. Até 1961, um ano após a independência do Benin.
Construído no início do século XVIII sob o nome de forte de São João Baptista de Ajudá, este edifício permaneceu território português muito depois de o resto do continente ter passado pela colonização e depois pela independência. Uma anomalia histórica que poucos visitantes suspeitam ao descobrir seus muros ocres.
O forte mudou de função várias vezes: entreposto comercial, posto administrativo e, desde 1967, museu de história de Ouidah. Suas coleções recontam a história do reino do Daomé, as trocas com a Europa e o Brasil, e a memória do tráfico que se desenrolou nesta mesma costa.
Um projeto de grande porte está atualmente transformando o local: o Museu Internacional da Memória e da Escravidão deve abrir suas portas ali, uma das infraestruturas museológicas dedicadas a essa memória mais importantes já construídas na África Ocidental. Nossos guias acompanham o andamento do projeto e o integram ao roteiro assim que o calendário oficial permitir.
Duração da visita
1 hora
Acesso
Centro de Ouidah, próximo ao Templo das Pítons.
Coordenadas
6.3591, 2.0902
Nossos guias certificados Vodun revelam o sentido por trás de cada lugar sagrado de Ouidah. O que você verá, e o que faremos você compreender.